Residencial
Energia solar para casas e apartamentos
Consumo concentrado à noite, quando o sistema já não gera. É onde o crédito de energia e o custo de disponibilidade mais influenciam o dimensionamento.
Goiânia e todo o estado de Goiás
Dimensionada pela sua conta de luz, não pelo tamanho do telhado. A Sunray projeta, instala e homologa sistemas fotovoltaicos em Goiás desde 2020, e o número que interessa é quanto a sua fatura passa a custar no mês seguinte.
Em 54 segundos
Antes de falar em placa e em potência, o trabalho começa na leitura da sua conta de luz. O vídeo mostra o caminho inteiro, da primeira fatura analisada até o medidor bidirecional ligado.
Feito para ser entendido sem som: tudo o que a narração diz também está escrito na tela. O player do YouTube só é carregado quando você toca no vídeo.
O problema
Quem olha só a bandeira tarifária perde de vista o que realmente pesa: o reajuste anual da distribuidora, os encargos setoriais e a iluminação pública. Esses três compõem a maior parte da fatura e sobem todo ano, independentemente de o mês ter sido seco ou chuvoso.
Por que Goiás
A irradiação solar média em Goiás fica em torno de 5,3 horas de sol pleno por dia, uma das melhores médias do país e bem acima da que se registra no Sul e no Sudeste. Na prática, a mesma placa instalada em Goiânia gera mais energia ao longo do ano do que geraria em Curitiba ou em São Paulo.
Isso significa duas coisas objetivas: para produzir a mesma quantidade de energia é preciso menos placa, o que reduz o investimento, e o retorno chega antes. É o motivo pelo qual Goiás está entre os estados com maior número de sistemas de geração distribuída instalados no Brasil.
Na prática
Uma casa bifásica em Goiânia com consumo de 750 kWh por mês, atendida por um sistema de 6,5 kWp. É um caso comum, e serve para mostrar item por item o que a energia solar elimina e o que continua sendo cobrado.
| Item da fatura | Antes | Depois |
|---|---|---|
| Energia comprada da distribuidora | R$ 700 | R$ 0 |
| Custo de disponibilidade | R$ 50 | R$ 50 |
| Iluminação pública | R$ 40 | R$ 40 |
| Fio B sobre a energia injetada | R$ 0 | R$ 50 |
| Total da fatura | R$ 790 | R$ 140 |
São R$ 650 por mês, ou 82% da fatura. Não são os 95% que ainda se anuncia por aí: aquele número é de antes da Lei 14.300 e não sobrevive à cobrança do Fio B. Preferimos que você veja a conta certa agora do que descubra a diferença na primeira fatura depois da ligação.
Para quem projetamos
Uma casa consome à noite e nos fins de semana. Um supermercado consome o dia inteiro, com pico no calor. Uma fazenda liga irrigação por temporada. O sistema que atende bem um deles é caro demais ou pequeno demais para os outros.
Residencial
Consumo concentrado à noite, quando o sistema já não gera. É onde o crédito de energia e o custo de disponibilidade mais influenciam o dimensionamento.
Comercial
Consumo em horário comercial, coincidindo com o pico de geração. É o perfil em que o Fio B pesa menos, porque quase nada é injetado na rede.
Industrial
Demanda contratada, telhado grande e conta na casa das dezenas de milhares. Aqui a análise entra também na modalidade tarifária.
Rural
Consumo sazonal por causa da irrigação e linhas de crédito específicas, com carência que costuma casar com a safra.
Agronegócio
Várias unidades consumidoras no mesmo CPF ou CNPJ, o que abre a compensação de créditos entre matriz e filiais.
Varejo
Refrigeração ligada 24 horas e conta que não cede no verão. O sistema se paga mais rápido justamente por isso.
Como acontece
Da primeira conversa até o sistema ligado passam de 45 a 90 dias, e a maior parte desse tempo é a distribuidora, não a obra. A instalação em si costuma durar de dois a quatro dias numa residência.
Lemos as últimas doze contas para achar o consumo médio real e a variação ao longo do ano. Sem isso, o dimensionamento é chute.
Potência, número de módulos, área ocupada, geração estimada mês a mês, investimento e retorno já com o Fio B descontado.
Projeto elétrico assinado, ART no CREA e pedido protocolado na Equatorial Goiás. Esse prazo é da distribuidora.
Estrutura, módulos, inversor, proteções e aterramento. Equipe própria, com registro e equipamento de segurança em altura.
A distribuidora vistoria a instalação e substitui o medidor por um bidirecional, que passa a contar energia nos dois sentidos.
Sistema ligado e monitoramento remoto. Se a geração cair fora do previsto, o problema aparece antes de virar prejuízo na fatura.
Lei 14.300
Até 2022 quem instalava energia solar compensava a energia injetada na rede praticamente sem custo. A Lei 14.300, em vigor desde janeiro de 2023, criou uma transição: a distribuidora passou a cobrar uma fatia da TUSD Fio B sobre a energia que você injeta e depois compensa.
Essa fatia sobe todo ano. Foram 15% em 2023, 30% em 2024, 45% em 2025 e são 60% em 2026, seguindo até 90% em 2028. Quem já tinha sistema homologado antes de janeiro de 2023 ficou protegido pela regra antiga até 2045.
O efeito prático é direto: a economia mensal hoje fica por volta de 80% a 85% do que seria antes da lei, e o retorno do investimento se alongou em cerca de um ano, ficando na faixa de três a cinco anos. Continua valendo a pena, sobretudo em Goiás, mas quem ainda anuncia economia de 95% está usando número de 2021.
Onde a Sunray entra
Projeto elétrico e ART assinados por engenheiro registrado no CREA, não terceirizados a escritório de fora.
Módulos com 25 anos de garantia de desempenho e inversores com representação e assistência no Brasil.
Solicitação de acesso, acompanhamento do processo e vistoria junto à Equatorial Goiás, do início ao medidor trocado.
Poeira de estrada de terra e período seco derrubam a geração. A limpeza periódica devolve o que o sistema deixou de produzir.
Como pagar
A maior parte das instalações residenciais em Goiânia é financiada, e existem linhas específicas para energia solar em bancos públicos e privados, com prazos que chegam a 120 meses e carência de três a seis meses.
A comparação que interessa não é entre a parcela e zero. É entre a parcela e a conta de luz que deixa de ser paga. Quando a economia mensal cobre a parcela, o sistema se paga sozinho durante o financiamento, e o que sobra depois é lucro pelos vinte anos seguintes de vida útil dos módulos.
Desconfie de simulação que compara a parcela com a conta cheia de hoje sem descontar o que continua sendo cobrado. A conta não vai a zero, e a diferença entre a promessa e o real aparece na primeira fatura depois da ligação.
Cobertura
Quem compara empresas de energia solar em Goiânia costuma olhar só o preço por quilowatt-pico, e esquece de perguntar até onde cada uma atende e quem aparece se der problema depois. Vale perguntar as duas coisas.
A base da Sunray fica no Jardim América, em Goiânia, e o atendimento cobre a região metropolitana e o interior do estado. Em cidades mais distantes o deslocamento entra na proposta, e por isso projetos pequenos muito longe às vezes não fecham. A partir de determinada potência, a distância deixa de pesar no custo.
Setor Bueno, Jardim América, Marista, Alto da Glória, Campinas, Vila Nova, Setor Oeste, Jardim Goiás e demais regiões da capital.
Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Trindade, Goianira, Nerópolis, Hidrolândia, Bela Vista de Goiás e Santo Antônio de Goiás.
Anápolis, Rio Verde, Jataí, Itumbiara, Catalão, Caldas Novas, Morrinhos, Ceres e as propriedades rurais entre elas.
Conteúdo
Escrevemos sobre o que os clientes de fato perguntam, com número atualizado e sem promessa de economia que a lei já não permite.
Saúde
Carga crítica, geração própria e o que a energia solar resolve ou não resolve numa unidade que não pode parar.
Postos
A cobertura das bombas é a maior área ociosa do posto, e a conta é dominada por refrigeração e iluminação.
Clínicas
Equipamento de imagem, climatização e um telhado pequeno. Como fechar a conta quando falta área.
Dúvidas
Vale, e a conta continua fechando, só que mais devagar do que fechava até 2022. A Lei 14.300 criou a cobrança gradual do Fio B sobre a energia que o sistema injeta na rede e depois compensa: em 2026 a distribuidora cobra 60% dessa parcela.
Na prática a economia mensal deixou de ser quase integral e passou a ficar por volta de 80% a 85% do que era antes, e o retorno do investimento passou a ficar entre três e cinco anos, conforme o perfil de consumo. Como Goiás tem uma das maiores irradiações solares do Brasil, o estado continua entre os lugares onde a conta fecha mais rápido.
O valor é definido pela potência do sistema, e a potência vem do consumo da unidade, não do tamanho do imóvel. Em 2026 o custo por quilowatt-pico instalado costuma ficar entre R$ 2.700 e R$ 5.300, sendo o valor mais alto o de sistemas residenciais pequenos e o mais baixo o de usinas maiores, que diluem projeto, mão de obra e estrutura em mais placas.
Uma residência com conta de R$ 600 por mês normalmente precisa de algo entre 4 e 5 kWp. Só a análise das últimas doze faturas fecha o número.
Com as tarifas praticadas em Goiás e o Fio B de 2026 já descontado, o retorno costuma aparecer entre três e cinco anos, conforme o padrão de ligação e o horário de consumo. Quem consome mais durante o dia recupera mais rápido, porque usa a energia no momento em que ela é gerada e injeta menos na rede, e o Fio B só incide sobre o que é injetado.
Depois do retorno, o equipamento continua gerando: os módulos têm garantia de desempenho de 25 anos e vida útil que passa disso.
Não zera, e quem promete isso está simplificando. Todo consumidor conectado à rede paga o custo de disponibilidade, que é a taxa mínima da distribuidora: 30 kWh no padrão monofásico, 50 kWh no bifásico e 100 kWh no trifásico. Some a isso a iluminação pública do município e a parcela do Fio B.
O que a energia solar elimina é o consumo de energia propriamente dito, que é a maior fatia da fatura. Na prática, contas de R$ 800 costumam cair para algo entre R$ 90 e R$ 130.
Não. O sistema mais comum em Goiânia é o conectado à rede, e nele a própria rede da distribuidora funciona como se fosse o armazenamento: o que sobra durante o dia vira crédito de energia e é abatido do consumo da noite.
Bateria só entra quando existe um motivo específico, como local sem rede elétrica ou operação que não pode parar em caso de queda de energia, e ela aumenta bastante o investimento.
A Sunray. O trâmite envolve projeto elétrico assinado por engenheiro, ART no CREA, solicitação de acesso à distribuidora, vistoria e troca do medidor por um bidirecional. Nada disso é tarefa do cliente.
O sistema só pode ser ligado depois que a distribuidora aprova, e é justamente esse trâmite que separa a instalação feita por empresa registrada da improvisada.
Bancos públicos e privados têm linhas específicas para energia solar, com prazos que chegam a 120 meses e carência de três a seis meses para a primeira parcela. Na maioria dos casos o próprio equipamento serve de garantia, sem comprometer outros bens.
A conta que importa é a comparação entre a parcela e a conta de luz que deixa de ser paga. Quando a economia mensal cobre a parcela, o sistema se paga sozinho ao longo do financiamento. Produtor rural tem linhas próprias, com carência ajustável ao ciclo da safra.
Os módulos fotovoltaicos têm garantia de desempenho de 25 anos, com perda anual em torno de 0,5%, e garantia de fabricação que costuma ser de 12 anos. No ano 25 a placa ainda entrega perto de 85% da potência original.
O inversor é o componente de vida mais curta, com garantia entre 5 e 12 anos conforme o fabricante, e normalmente é trocado uma vez ao longo da vida do sistema. Por isso só trabalhamos com marcas que tenham representação e assistência técnica no Brasil.
Precisa de pouca, mas não de nenhuma. O sistema não tem peça móvel e quase não quebra. O que ele tem é sujeira: em Goiânia, a estiagem longa entre maio e setembro deposita poeira nos módulos e derruba a geração de forma silenciosa, sem disparar alarme.
Duas limpezas por ano atendem a maioria dos casos. Imóveis perto de estrada de terra, obra ou área agrícola precisam de mais, e nesses lugares a perda por sujeira passa de 15% da geração.
De 45 a 90 dias, e a maior parte desse tempo é a distribuidora, não a obra. A instalação em si costuma durar de dois a quatro dias numa residência e de duas a quatro semanas num galpão de porte médio.
O que alonga o prazo é a solicitação de acesso, a análise do projeto pela Equatorial Goiás, a vistoria e a troca do medidor por um bidirecional. Nenhuma empresa acelera essa parte, e quem promete prazo muito menor está omitindo o trâmite.
Some as faturas de sessenta meses e compare com o investimento em um sistema fotovoltaico. Para a maioria dos imóveis em Goiânia, o número que já foi embora é maior que o que seria necessário investir.